segunda-feira, 24 de setembro de 2007

BRAZILIAN REGULATORY AFFAIRS IN HERBAL MEDICINES


No próximo Sábado estarei em São Paulo proferindo uma palestra sobre Fitoterápicos no congresso Internacional do DIA (Drugs Information Association), onde comentarei sobre questões que envolvem o ambiente regulatório para o registro de medicamentos fitoterápicos no país.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Pesquisa Clínica


Encontra-se em consulta pública a renovação da RDC 219/04 da ANVISA, que regula a concessão de anuência para a realização de pesquisa clínica com seres humanos para medicamentos e produtos para a saúde, assim, o Brasil avança no espaço regulatório com relação ao fomento e qualificação dessa atividade em território Nacional.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Trans



Alessandro F. Nascimento

La nave vá
Leva dulcíssima
Risonho lamento
Com juta e pedra em cárcere

Luta um infante em desatino
Des-atas em silêncio tua sombra
Videiras ,amor,pomar
Ante a teia do desalinho

Acorda nobreza minha !
E desenhas o lusco-fusco olhar
No arboreto da nau que corta
Rumo à ilha das emoções fugidias

Reencontra-te com o riso singular
E percebas o milagre mitológico
A pena que destrói o muro
E o arrebol a te lançar desejos !!

domingo, 9 de setembro de 2007

Ausência


Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

sábado, 8 de setembro de 2007

Bruno e Ramones


Só assim para ouvir música "sertanojo" !!! E aí vai um link dos primórdios do rock`n roll, aproveitando a visita do Steppenwolf em Brasília

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Brasil se prepara para reforma ortográfica



DANIELA TÓFOLI
da Folha de S.Paulo

O fim do trema está decretado desde dezembro do ano passado. Os dois pontos que ficam em cima da letra u sobrevivem no corredor da morte à espera de seus algozes. Enquanto isso, continuam fazendo dos desatentos suas vítimas, que se esquecem de colocá-los em palavras como freqüente e lingüiça e, assim, perdem pontos em provas e concursos.

O Brasil começa a se preparar para a mudança ortográfica que, além do trema, acaba com os acentos de vôo, lêem, heróico e muitos outros. A nova ortografia também altera as regras do hífen e incorpora ao alfabeto as letras k, w e y. As alterações foram discutidas entre os oito países que usam a língua portuguesa --uma população estimada hoje em 230 milhões-- e têm como objetivo aproximar essas culturas.

Não há um dia marcado para que as mudanças ocorram --especialistas estimam que seja necessário um período de dois anos para a sociedade se acostumar. Mas a previsão é que a modificação comece em 2008.

O Ministério da Educação prepara a próxima licitação dos livros didáticos, que deve ocorrer em dezembro, pedindo a nova ortografia. "Esse edital, para os livros que serão usados em 2009, deve ser fechado com as novas regras", afirma o assessor especial do MEC, Carlos Alberto Xavier.

É pela sala de aula que a mudança deve mesmo começar, afirma o embaixador Lauro Moreira, representante brasileiro na CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa). "Não tenho dúvida de que, quando a nova ortografia chegar às escolas, toda a sociedade se adequará. Levará um tempo para que as pessoas se acostumem com a nova grafia, como ocorreu com a reforma ortográfica de 1971, mas ela entrará em vigor aos poucos."

Tecnicamente, diz Moreira, a nova ortografia já poderia estar em vigor desde o início do ano. Isso porque a CPLP definiu que, quando três países ratificassem o acordo, ele já poderia ser vigorar. O Brasil ratificou em 2004. Cabo Verde, em fevereiro de 2006, e São Tomé e Príncipe, em dezembro.

António Ilharco, assessor da CPLP, lembra que é preciso um processo de convergência para que a grafia atual se unifique com a nova. "Não se pode esperar resultados imediatos."

A nova ortografia deveria começar, também, nos outros cinco países que falam português (Portugal, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor Leste). Mas eles ainda não ratificaram o acordo.

"O problema é Portugal, que está hesitante. Do jeito que está, o Brasil fica um pouco sozinho nessa história. A ortografia se torna mais simples, mas não cumpre o objetivo inicial de padronizar a língua", diz Moreira.

"Hoje, é preciso redigir dois documentos nas entidades internacionais: com a grafia de Portugal e do Brasil. Não faz sentido", afirma o presidente da Academia Brasileira de Letras, Marcos Vilaça.

Para ele, Portugal não tem motivos para a resistência. "Fala-se de uma pressão das editoras, que não querem mudar seus arquivos, e de um conservadorismo lingüístico. Isso não é desculpa", afirma.